7 de ago de 2013

GOVERNO CABRAL, FIM DE FESTA

DESDE 2013 CABRAL É ALVO DE DENÚNCIAS E PÉSSIMA ADMINISTRAÇÃO MAS CONSEGUIU ELEGER SEUS AFILHADOS
O governador Sérgio Cabral reeleito no primeiro turno com quase 70% de aprovação, enfrenta agora a maior rejeição popular de todos os governadores. A gota d'água foram os protestos de junho que devem continuar até a sua saída. O seu partido PMDB tem o maior número de prefeituras do estado, a maioria por causa da política do "toma lá, dá cá", o velho caciquismo que ainda prolifera na maior parte do Brasil. Com o apoio (ainda) da presidente Dilma, consegue sobreviver. Mas até quando, é a pergunta que fica no ar, seu prestígio que fica reduzido a meia dúzia de cabos eleitorais, parece ter chegado ao fundo do poço. A "dobradinha" Pezão/Beltrame parece ter sido enterrada para sempre, embora os marqueteiros de plantão à custa de nosso dinheiro estão traçando estratégias para a continuidade de Cabral através de seu preposto o vice-governador Luis Fernando Pezão.


O calvário do Cabral começou com os protestos contra o desperdício da enxurrada de dinheiro nas obras do Maracanã, inicialmente orçadas em R$700 milhões, o custo foi subindo, subindo, até chegar a mais de um bilhão e duzentos milhões de reais. Em declarações feitas às vésperas da Copa das Confederações Cabral ao ser perguntado sobre os custos das obras declarou em alto e bom tom: "Poderá aumentar devido a fatores imprevisíveis". E aumentou em mais R$60 milhões, devendo subir muito mais. Afinal não sai do bolso dele mas de nós contribuintes. Não contente com o orçamento faraônico tentou destruir a "Aldeia Maracanã", a Escola Friedereich,O Parque Aquático e o Estádio de Atletismo, isto às vésperas da Olimpíada deixando as equipes sem lugar para treinar.


A propalada pacificação das favelas, projeto que seria estendido a todo país, tem demonstrado que foi somente para o controle social das localidades próximas aos eventos programados. Foi estabelecido um "cinturão de segurança" para os convidados, mas o projeto tornou-se inviável, afinal o que fazer com as mais de 900 favelas? As UPPs estão atuando em torno de trinta. É a velha politica do "enxuga gelo", do cobertor curto. A bandidagem migra de uma favela para outra, da favela para o asfalto. Não é sem motivo que o comércio da venda de drogas a varejo chama-se movimento. E foi justamente em favelas ditas pacificadas, ou seja ocupadas pela PM, que tem havido casos de torturas, violações de direitos humanos, atingindo seu ápice no "Caso Amarildo" na Rocinha, que veio a ocorrer um dia depois de mais uma invasão policial, e às vésperas da visita do Papa Francisco para a Jornada Mundial da Juventude.


Apesar das "voz rouca das ruas" gritarem "Fora Cabral" o governador parece querer continuar no poder e pensa até em eleger sucessores para dar continuidade ao seu mandarinato. Cabral acredita que o fisiologismo prevaleça, e que a voz das ruas transforme-se em uma choradeira. Os apelos (e ameaças)aos caciques de Brasília estão cada vez mais intensos.O deputado Marcelo Freixo em entrevista ao Brasil de Fato afirmou: "Cabral perdeu moral para governar. Nem para ser sindico. Este governador é patético"


Os protestos em frente ao apartamento de Cabral no Leblon continuam, segundo organizadores, até sua saída, infernizando a vida de sua vizinhança. Os gritos de "Fora Cabral" soam como um mantra, acompanhados pelo som de "rock heavy metal" e oferendas para conseguir seus intentos. O inferno astral do "Cabralzinho" apenas começou. Os manifestantes já pensam em convidar Cabral a tomar um drink no inferno, à maneira do cineasta Roberto Rodriguez.
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obras do pac

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inicio de obras ao lado do ciep ayrton senna