10 de abr de 2015

CPI DA PETROBRAS ENTRE ROEDORES E CORRUPTOS

 TUMULTO NA CPI DA PETROBRAS
DILMA TEM JANTAR ÍNTIMO COM EDUARDO CUNHA

O depoimento do tesoureiro do PT João Vaccari na CPI da Petrobras em Brasília foi transformada em um circo de marionetes. A entrada de Vaccari foi triunfal recebida com pompa e circunstancia por um grupo de roedores, que causou tumulto entre os representantes do povo. A sessão que durou mais de seis horas e que pouco acrescentou ao processo. João Vaccari permaneceu impassível e não moveu um músculo mesmo quando foi chamado de ladrão por deputados ensandecidos que deveriam ser advertidos por quebra de decoro parlamentar. Vaccari declarou estar com profundos lapsos de memória e afirmou não lembrar o verdadeiro motivo de ter ido ao encontro do doleiro  Alberto Youssef , o "homem da mala" trancafiado em presidio no Paraná. Entre roedores e corruptos quem levou a pior foi o servidor Marcio Martins de Oliveira que foi demitido.

A presidente Dilma Roussef pareceu não se importar com o tumulto durante o depoimento de Vaccari, para alguns um verdadeiro circo. Em visita a Caxias no Rio de Janeiro  declarou que a "Petrobras é a pátria de macacão" e já havia limpado todas sujeiras acumuladas ao longo de décadas. Faltou um detalhe, a Operação Lava-Jato está ainda em fase de apuração, dos desvios dos bilhões da Petrobras. A presidente, pressionada por todos os lados, causou estranheza ao marcar um jantar íntimo, para tratar de negócios, e talvez para aparar as arestas com seu maior desafeto Eduardo Cunha. Para a maioria dos analistas, o que aconteceu em realidade é que um dos dois foi obrigado a "engolir sapos pela goela a dentro".  Inimigos de hoje, amigos de amanhã, e vice-versa.
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