3 de dez de 2015

ACEITO PEDIDO DE IMPEACHMENT DE DILMA

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL DÁ AO SENADO PODER DE DECIDIR SOBRE  IMPEACHMENT
EM CERIMONIA NO PLANALTO BANDA DE MÚSICA TOCA EM HOMENAGEM O SUCESSO "AMIGOS PARA SEMPRE"
DILMA AMEAÇA PUNIR "ALIADOS" QUE VOTAREM CONTRA ELA
Ministros do Supremo Tribunal Federal analisaram o procedimento a ser seguido para o pedido de impeachment da presidente Dilma Roussef e decidiram dar todo poder ao Senado.  Em um episódio que ficou entre a tragédia e a farsa, a banda de música em homenagem à presidente e ao vice tocou a melodia "Amigos para Sempre", que motivou um sorriso amarelo dos presentes. Várias manifestações pedindo o impeachment da presidente e o fim da corrupção, foram registradas no último domingo dia 13/12 em várias capitais, principalmente em São Paulo na Avenida Paulista e na Avenida Atlântica no Rio de Janeiro. Em resposta aqueles que pregam o impedimento milhares de eleitores que apoiam a presidente entoaram a uma só voz: "Fica Dilma". A presidente em reunião com ministros  ameaça punir, com perda de cargos e benefícios, parlamentares da base aliada que votarem a favor do impedimento. Dilma Roussef diz não ter cometido nenhuma irregularidade e tenta justificar as "pedaladas fiscais" como necessárias ao Minha Casa Minha Vida. Na noite de  quarta feira a presidente teve encontro com Michel Temer para conseguir um mínimo de governabilidade.  O ministro Luiz Fachin do Supremo Tribunal Federal-STF suspendeu trabalhos da Comissão que vai julgar o pedido de impeachment de Dilma Roussef. O clima de votação para a escolha da Comissão que vai julgar o pedido de impeachment foi em clima de pancadaria, com socos, pontapés e urnas quebradas. No final a Comissão formada em desacordo com partidos governistas venceu, o que desagradou o Planalto e vai provocar novas reuniões pela madrugada. Políticos estão reunidos em Brasília para combinar se Dilma vai ser cassada ou vai permanecer no governo. Muitos fazem exigências descabidas em troca do apoio ou da rejeição do pedido da abertura do processo de impeachment. Uma raposa felpuda, que mais se assemelha a uma ratazana, declarou que vai querer muita coisa para decidir, afinal a eleição municipal vem aí.  A saída do ministro Eliseu Padilha do governo veio trazer dúvidas sobre a conduta do vice Michel Temer em relação ao pedido de impeachment. Padilha faz parte de um grupo do PMDB que age para que Temer assuma o poder. A presidente não acredita em rumores, que para ela não passam de intrigas palacianas, e pede fidelidade ao seu companheiro de chapa. A troca de acusações entre a presidente Dilma e Eduardo Cunha continua esquentando o clima em Brasília. Em sinal de abandono ao barco que começa a adernar, o ministro Eliseu Padilha pediu demissão após desentendimento com o Planalto. Padilha pertence ao PMDB, e é ligado ao vice Michel Temer.
Em visita ao Rio para um encontro com governador, o ex-presidente Lula pediu a Pezão para ser o líder de uma frente de governadores e prefeitos para barrar o impeachment. O pedido que soa como uma ordem para uns e um apelo desesperado para outros causou estupefação, face a total inexpressividade do vice de Sérgio Cabral. Comenta-se nas ruas que pode ser um tiro no pé, pela pouca ou nenhuma expressão do governador. Seria mais ou menos como o velho ditado "Não tem tu, vai tu mesmo", ou seja em uma total falta de lideranças de ambas as partes o desfecho deve ser o pior possível em um país onde os políticos primam pela mediocridade.
Em nítida atitude de vingança o presidente da Câmara Eduardo Cunha deu inicio a processo de impeachment da presidente Dilma, que prontamente convocou ministros e parlamentares para uma reunião em regime de extrema urgência. Dilma voltou às pressas de Paris, abandonou a  Conferência do Clima apesar de sua presença ser muito importante para explicar o desastre ambiental provocado pela Samarco/Vale no Rio Doce.  
Ao ser informada pela abertura do pedido de impeachment feito pelo jurista e ex-militante do PT Hélio Bicudo, a presidente fez um duro pronunciamento em que atacou o presidente da Câmara chamando-o de mentiroso e também alfinetou Cunha, ao dizer que não possui contas no exterior, e não ter feito nenhum tipo de barganha ao propor apoio a Cunha em troca do apoio do presidente da Câmara para barrar os diversos pedidos de impeachment. Eduardo Cunha ao ter conhecimento das declarações da presidente rebateu e chamou Dilma de mentirosa e de ter enganado a nação. Supremo rejeitou dois pedidos para barrar impeachment feitos pela base aliada. Governadores do Nordeste se reuniram e fizeram nota de apoio e total confiança à presidente, são Rui Costa da Bahia, Ricardo Coutinho da Paraíba, Flavio Dino do Maranhão, Paulo Câmara de Pernambuco. Robinson Farias de Rio Grande do Norte, Camilo Santana do Ceará, Wellington Dias do Piauí, Jackson Barreto de Sergipe e Renan Filho de Alagoas. No entanto o governador de Pernambuco desmentiu que tivesse assinado nota conjunta de apoio á presidente Dilma e contra a abertura do processo.  O clima em Brasília é extremamente tenso e densas nuvens negras pairam não só na capital, mas em toda a nação, que tem sua economia paralisada, com a maioria dos estados à beira da falência.
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