1 de dez de 2015

EDUARDO CUNHA PODE SER CASSADO

 CUNHA CHOROU AO RENUNCIAR À PRESIDÊNCIA DA CÂMARA 
PARA PROCURADOR TRUSTE É ARTIFÍCIO PARA CAMUFLAR ORIGEM DO DINHEIRO
QUEIMA DE FOGOS EM BRASILIA COMEMORA SAÍDA DE CUNHA
O deputado Eduardo Cunha há meses atrás chorou ao renunciar à presidência da Câmara dos Deputados em Brasília e afirmou que a Câmara está acéfala e "numa interinidade bizarra", em relação à figura do deputado Valdir Maranhão. A noite de hoje vai ser decisiva para o julgamento do "todo poderoso" Eduardo Cunha. O relatório que pede a cassação do presidente da Câmara Eduardo Cunha no Conselho de Ética foi aprovado por dois votos de diferença, o que deixou seus aliados perplexos. A deputada Tia Eron surpreendeu ao votar e disse "Não mandem nessa Nega aqui". O juiz Sérgio Moro resolveu que a mulher de Eduardo Cunha a jornalista Claudia Cruz seja tornada ré na Lava-Jato por gastos excessivos com dinheiro provavelmente de origem escusa. Para os procuradores "criminosos modernos usam trustes para camuflar a origem do dinheiro", e as propinas oriundas de um desvio de contratos da Petrobras abasteceram as contas no exterior de Claudia Cruz.  O Conselho de Ética vai votar  pedido de cassação de Eduardo Cunha, após sucessivos adiamentos. A deputada Tia Eron PRB dará voto decisivo. O deputado Marcos Rogério-DEM relator do Conselho de Ética fez leitura do relatório em que pede a cassação do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, que, segundo o relator mentiu na CPI, pois sabia que era beneficiário de contas no exterior tendo apresentado declarações falsas. O ex-presidente da Câmara manobra com aliados e principalmente com seu substituto Waldir Maranhão para evitar processo na Comissão da Câmara dos Deputados que pode levar à sua cassação. Cunha mantém contatos diários com sua extensa base de correligionários que talvez sejam mais de trezentos "fiéis" totalmente comprometidos com o ex-presidente da Câmara. Enquanto fogos de artifício comemoravam o afastamento do presidente da Câmara, a chamada tropa de choque de aliados de Cunha preparavam estratégia para a sua manutenção. O deputado Eduardo Cunha acordou com a notícia de sua suspensão e sabe que poderá ser condenado na Operação Lava-Jato e perder todas as benesses que utilizou à exaustão. Sabe também que o sonho virou pesadelo e que não poderá usar a faixa e a cadeira da presidência se Michel Temer também for afastado, no caso de aprovado o impeachment da chapa Dilma/Temer. O ministro do STF Teori Zavascki determinou "A suspensão de Eduardo Cunha do exercício de deputado e por consequência da função de Presidente da Câmara de Deputados". A hipótese tirou o sono de alguns ministros do STF que reunidos discutiam uma solução jurídica. O ex-governador Anthony Garotinho em entrevista à uma rede de televisão e reproduzida no jornal o Dia disse que "Demiti Eduardo Cunha quando  Cunha era da CEHAB como ladrão. A câmara não pode ser presidida por um ladrão como ele". Ministros, deputados e ex-senadores em uma exibição de um vale-tudo de fazer inveja aos lutadores de MMA afrontam os mais elementares princípios da ética, dos bons costumes e das regras de convivência em sociedade. Temos visto dia após dia pancadaria, xingamentos, ameaças como as cenas distribuídas para todo o planeta que ocorreram no Conselho de Ética. O "Big Brother" Jean Willis deputado federal cuspiu no rosto do deputado e capitão Jair Bolsonaro durante  a sessão na Câmara dos Deputados. Mas o golpe final foi dado pelo "barraco" entre o virtual candidato a presidência da República José Serra e a ministra Kátia Abreu que após um gracejo feito por Serra atirou um copo de vinho no ex-ministro. O fato lamentável foi durante uma confraternização natalina. O presidente da Câmara sempre consegue  adiamento para formação de membros para seu julgamento pelo Conselho de Ética usando sempre artifícios legais, mas que põem em xeque a própria ética da comissão. O grupo de aliados de Cunha conseguiu afastar Leonardo Picciani da liderança do PMDB. Depois de ver prosseguir seu julgamento no Conselho de Ética o presidente da Câmara aceitou a abertura de pedido de impeachment contra Dilma Roussef  e passou a ler no plenário os motivos para prosseguir no pedido de impeachment. O documento apresentado pelos juristas tem 200 páginas e dá ênfase a um item que justificaria o pedido: "Proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo". Para Cunha as instituições brasileiras são muito sólidas e afirma que Dilma terá amplo direito de defesa para provar sua inocência. Para a presidente e aliados foi apenas uma retaliação. Muitos adiamentos  já blindaram o  deputado Eduardo Cunha-PMDB/RJ em  julgamento pelo Conselho de Ética, cujo relator é o deputado Fausto Pinato, por ter negado ter contas secretas em Banco da Suíça, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O Conselho de Ética vai julgar se prossegue com o julgamento do presidente da Câmara, que poderia suceder a presidente Dilma Roussef, em caso de afastamento, ou se arquivaria o processo. O deputado se intitula "O Defensor do Estado do Rio de Janeiro" e teve expressiva votação. Eduardo Cunha, se for condenado, promete retaliação, "contar tudo que sabe" e dar andamento ao Processo de Impeachment da presidente Dilma Roussef e segundo aliados de Cunha "botar muita gente na cadeia". Deputados do PT estão reunidos desde o início da manhã.
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