7 de jun de 2016

BRASILIA VIVE DIAS SOMBRIOS

TEMER FAZ JANTAR SUNTUOSO PARA 350 CONVIDADOS EM TROCA DE VOTOS, PORÉM 100 CONVIDADOS COM BARRIGA CHEIA NÃO COMPARECERAM 
DELATOR SÉRGIO MACHADO REAFIRMA ACUSAÇÃO DE  TEMER TER RECEBIDO PROPINA DE R$1,5 MILHÃO
POLÍTICOS VIVEM INFERNO ASTRAL COM MEDO DE PRISÃO QUE TERIA DE SER PARA TODOS OS CORRUPTOS
PGR PEDIU PRISÃO PARA SARNEY, RENAN, JUCÁ E CUNHA
O presidente Michel Temer organizou um jantar opíparo, uma tremenda "Boca Livre" para garantir aprovação de seus desejos, ou melhor de seus compromissos para garantir sua permanência, embora mais de cem convidados não tenham comparecido, estavam com a barriga cheia.  Educação e Saúde que já estão combalidas na hora da morte serão as mais prejudicadas embora já estejam no limite da indigência. Vai ser formado um enorme "arco de alianças" movido a grana.

O ex-ministro do Planejamento do governo Lula foi preso pela Policia Federal sob a acusação de ter recebido R$7milhões de propina. O apartamento funcional em que ele reside foi vasculhado pela Policia Federal, Bernardo é casado com a senadora Gleise Hoffman do PT, que se disse surpresa e não quis comentar a prisão.  Senadores disseram que houve exagero e mesmo arbitrariedade na invasão sem autorização do Supremo-STF em virtude do imóvel estar cedido a uma senadora da República. No primeiro mês de governo Temer nada consegue funcionar, a máquina continua emperrada. Para tudo piorar veio à tona denúncia que envolvem seriamente políticos do mais alto escalão, inclusive  Michel Temer que teria pedido R$1,5 milhões em um encontro na Base Aérea de Brasília para alavancar a campanha de Gabriel Chalita em 2012. Em pronunciamento o presidente interino  classificou as acusações de Machado de "levianas e mentirosas".  O ex-presidente da Transpetro refirmou as acusações e disse: "Quem faz a colaboração (delação premiada) assume o compromisso de só dizer a verdade".  O ministro Henrique Eduardo Alves pediu demissão em face das acusações feitas por Sérgio Machado. O maior beneficiado segundo Machado teria sido Renan Calheiros, que além de receber milhões tinha a ajudinha de mesada de R$300mil. As denúncias envolvem vários políticos, além dos dois citados, inclusive Francisco Dornelles que alega não ter dinheiro para pagar o funcionalismo do Estado do Rio.  O pedido de prisão feito pelo procurador Rodrigo Janot da Procuradoria Geral da República-PGR a três senadores e um deputado caiu como uma bomba e abalou os alicerces de Brasília, a quase totalidade dos políticos não consegue dormir e as reuniões acontecem durante todo o dia e se estendem pela madrugada.  O país vive dias de incerteza onde nada funciona e estados estão à beira da falência com governadores de pires na mão pedindo esmolas em Brasília que também está sem dinheiro em caixa. Rodrigo Janot pede prisão para o ex-presidente José Sarney, o presidente do Senado Renan Calheiros, o ministro por um dia Romero Jucá e o presidente da Câmara afastado para ser julgado pelo Conselho de Ética Eduardo Cunha. Para o senador José Sarney conselheiro de Luiz Inácio da Silva, Dilma Roussef e do atual e provisório presidente da República Michel Temer foi pedida prisão domiciliar com monitoramento por tornozeleira eletrônica.
O pedido abalou a já enfraquecida base do presidente provisório Michel Temer que vive perdido entre nomear e demitir ministros e autoridades do segundo escalão envolvidos em sérias denúncias que estão vindo a tona dia após dia. O próximo alvo é o ministro Henrique Eduardo Alves que já colaborou com governantes anteriores.
Na Câmara dos Deputados a cassação do deputado afastado da presidência Eduardo Cunha foi várias   vezes adiada, mas enfim o deputado foi cassado mesmo com a ausência da deputada Tia Eron que  não compareceu à sessão que poderia ser definitiva. Para alguns deputados ela poderia ter sido abduzida por um disco voador. A população que vive vitimada por uma inflação galopante, péssimo atendimento em hospitais, fugindo dos mosquitos e dos assaltantes esfaimados não sabe o que fazer e fica perplexa com a decisão de dar um aumento excessivo e fora de propósito para algumas categorias do funcionalismo. Enquanto isso as demissões e o desemprego aumentam fazendo a alegria dos agiotas do FMI e de seus prepostos.
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obras do pac

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inicio de obras ao lado do ciep ayrton senna