14 de ago de 2016

ATLETAS BRASILEIROS CONSEGUEM SETE MEDALHAS DE OURO

ISAQUIAS QUEIROZ CONSEGUE MAIS UMA MEDALHA NA CANOAGEM 
ATLETAS OLÍMPICOS CONSEGUEM SUBIR AO PÓDIO E FAZEM ESQUECER ATUAÇÃO PÍFIA NOS PRIMEIROS DIAS DE COMPETIÇÃO
MARTINE GRAEL E  KAHENA KUNZE NA VELA  E A DUPLA MASCULINA DE VOLEI DE PRAIA ALISSON E BRUNO FATURAM OURO OLÍMPICO
A MAIOR FESTA TEM SIDO FORA DOS ESTÁDIOS
Com as medalhas de ouro no futebol olímpico e no vôlei de quadra o Brasil conseguiu faturar sete ouros, o que mostra uma leve ascensão. No futebol foi a primeira vez em vários Jogos Olímpicos que o Brasil conseguiu subir no mais alto do pódio.  O atleta da canoagem Isaquias Queiroz conseguiu o incrível feito de ganhar mais uma medalha nos Jogos de 2016. Até agora o remador conseguiu três medalhas, sendo duas de prata e uma de bronze em uma única competição em um esporte quase desconhecido no Brasil. Dia 18 de agosto de 2016 uma quinta feira vai ser um dia que ficará na memória de nosso esporte. Duas medalhas de ouro na vela e no vôlei de praia fizeram o Brasil subir no ranking de medalhas e chegar  próximo á meta apregoada pelo COB de ficar entre os dez primeiros.  Os Jogos Olímpicos em sua edição 2016 no Rio de Janeiro tem sido uma grande festa, para o público que tem comparecido até as arenas, e locais montados para entretenimento daqueles que não estão nos muitos locais de competição. Mas para aqueles que foram torcer para nossos atletas na esperança de poder ver brasileiros no pódio como vencedores na primeira semana tiveram  uma decepção. A partir de segunda 15 de agosto voltamos a subir ao pódio e tivemos a honra de ouvir nosso hino transmitido para bilhões de pessoas em todo o mundo. Na quinta a água fez nossa festa com as velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze na Classe 49 FX e fizeram a festa na praia e foram carregadas em triunfo por uma multidão em delírio. Martine é herdeira de uma família vitoriosa, filha de Torben e sobrinha de Lars Grael campeões olímpicos. Na praia a dupla brasileira Alisson e Bruno também conquistou o ouro olímpico. Conseguimos medalhas, graças principalmente ao esforço de atletas que fazem parte de um Projeto das Forças Armadas e um primeiro ouro olímpico de um boxeador, Robson Conceição que superou vários favoritos.  Por um milagre e muito, mas muito suor e superação de barreiras de todo o tipo, Diego Hipólito e Artur Norito subiram ao pódio, em segundo e terceiro lugar para faturar uma de prata e uma de bronze para dar um pouco de dignidade à equipe brasileira. Diego é um vencedor, depois de cair literalmente em Olimpíada anterior, quando era franco favorito, lutou contra tudo e contra todos e principalmente contra si mesmo, dedicou sua vida treinando até a exaustão e fez uma exibição primorosa, para conseguir a tão sonhada medalha de prata.
 
A meta a ser atingida pela nossa equipe olímpica era chegar entre os 10 melhores, como apregoaram a dupla Nuzman/Paes, mas pelo visto se conseguirmos ficar entre os quinze vai ser lucro. Em Pequim conseguimos 15 medalhas, em Londres 17 medalhas ao todo e se conseguirmos em nossa casa igualar o feito de Pequim vai ser uma festa. Até agora só conseguimos quatro medalhinhas e ficamos em vigésimo segundo lugar.  A natação e mesmo o judô não tiveram o desempenho esperado. A pouca atenção das autoridades, em especial de um ministério dedicado ao esporte é nenhuma. As medalhas  conseguidas por nossos atletas são frutos de seus esforços individuais e não de uma política de governo em massificar os diferentes esportes, principalmente aqueles que passaram a fazer parte de  nossa cultura. 
Mo Farah bi campeão nos 10 mil metros
É admirável ver medalhas serem colocadas no peito de atletas que representam países que vivem em permanente situações de conflito, vitimados por guerras ou atentados. O Brasil vive uma grave crise institucional, mas há alguns poucos anos atrás tudo caminhava às mil maravilhas, pelo menos aparentemente e o esporte sempre foi deixado em segundo plano, a serviço somente de interesses eleitoreiros individuais. Sucessivos presidentes e ministros quase nada fizeram para colocar o Brasil entre os dez primeiros no esporte global, como apregoaram indevidamente em mais uma propaganda enganosa.
Chama Olímpica na Candelária
A realidade é dura e a Rio 2016 vai servir somente como uma grande festa, um grande carnaval fora de época para esquecer as dificuldades e agruras que enfrentamos e vamos ainda enfrentar por algum tempo, A Rio 2016 foi feita como um grande negócio, e a eles pouco importa se o país anfitrião seja um grande vencedor dos Jogos Olímpicos. A eles só interessa o lucro, a qualquer custo.
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obras do pac

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inicio de obras ao lado do ciep ayrton senna