31 de out de 2016

NO RIO DE JANEIRO PREVALECE O DESCRÉDITO

MINISTÉRIO PÚBLICO QUER EXPLICAÇÕES DO PREFEITO
VEREADORES FAZEM PEDIDO DE IMPEACHMENT DE CRIVELLA 
PEDIDO REJEITADO PELA BASE ALIADA DO PREFEITO
CRESCE O DESCRÉDITO NOS PARTIDOS E CANDIDATOS. 
A votação para o pedido de impeachment do prefeito que vai governar uma cidade imensa no centro de um estado falido e de um país á beira da falência foi rejeitado pela base aliada do prefeito para decepção dos manifestantes. Mas o prefeito não está totalmente à vontade para fazer a pregação religiosa em todos os cantos da cidade, o Ministério Público quer explicações sobre pregação religiosa em escolas públicas e favorecimento aos fiéis da Igreja Universal em detrimento de pessoas que tem extrema necessidade de atendimento médico.
Marcelo Crivella já foi diplomado, só falta começar a governar a partir de um novo ano que se avizinha. Em reunião fechada Crivella disse que daria prioridade em atendimentos em várias áreas, principalmente na Saúde, que se encontra mergulhada em enorme crise e disse que em caso de dificuldades "procurem a Márcia". Vereadores de oposição formaram um bloco e formularam pedido de impeachment do prefeito, por favorecimento somente a seus "fiéis".
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Na cidade do Rio de Janeiro quem venceu a eleição foi o não voto, a soma dos votos nulo, abstenções foi superior aos votos do prefeito eleito Marcelo Crivella. Infelizmente é a "cultura do descrédito", as pessoas, em sua maioria não acreditavam nem no bispo Marcelo Crivella nem no deputado Marcelo Freixo. O novo prefeito vai enfrentar enorme desafio para tentar convencer eleitores descontentes que não acreditam em falsas promessas, principalmente no ano de 2017 em que a verdadeira situação financeira da cidade vai mostrar sua verdadeira face, sem nenhuma maquiagem.

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Marcelo Crivella foi comemorar sua vitória com seus fiéis em seu principal reduto eleitoral Bangu, Zona Oeste.
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No Rio de Janeiro tradicional reduto da oposição, o número de votos nulos ou abstenções foi o maior verificado em todo o país. Este número é bem maior que os votos obtidos pelo prefeito eleito o senador e ex-ministro da Pesca no governo Dilma Marcelo Crivella. Mais de 2 milhões eleitores preferiram não votar ou anularam o voto, enquanto o candidato eleito do PRB teve 1, 7 milhão de votos válidos. Para o eminente cientista político Paulo Baia da UFRJ o crescimento do eleitor que não vota em ninguém teve um grande crescimento "vem demonstrar que não acreditam nem no sistema político, nem nos partidos" declarou em entrevista a O Globo. O ex presidente Lula e Dilma Roussef afastada da presidência após sofrer processo de impeachment também não compareceram às urnas  em suas cidades.
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