23 de set de 2017

INVASÃO DA ROCINHA

EXÉRCITO SAIU E TIROTEIOS VOLTARAM A TRAZER O PÂNICO AOS MORADORES ROGÉRIO 157 TENTOU SAIR DO MORRO E DEPOIS DE UMA TROCA DE TIROS TEVE DE VOLTAR
PREFEITO FAZ UMA VISITA À ROCINHA DEPOIS DE SETE DIAS DE TIROTEIOS
POSTOS DE SAÚDE  FECHADOS E COMÉRCIO AMARGA ENORME PREJUÍZO
As Forças Armadas saíram após alguns dias de ocupação, mas com a saída a disputa por território voltou e moradores estão com muito medo de novos e mortais tiroteios.
  O prefeito Marcelo Crivella que tem uma base eleitoral na Rocinha, depois de sete dias de mortes e muita destruição resolver ver como estão as coisas e propôs algumas soluções em forma de mais promessas: "dar um banho de loja na favela" e como complemento trocar algumas lâmpadas. No entanto a maioria dos moradores querem mesmo é poder andar a qualquer hora do dia e da noite em paz e tranquilidade, com ou sem o prometido banho de loja, com ou sem a troca de lâmpadas. Somente depois de cinco dias de intensos confrontos que deixou um rastro de sangue que o Ministro da defesa Raul Jungman e o Governador Luiz Fernando Pezão chegaram a um acordo para por um fim à "Guerra da Rocinha", uma disputa entre pontos de venda de drogas de uma mesma rede criminal. Antônio Bonfim Lopes o Nem atualmente em presídio de segurança máxima controlava o comércio da venda de drogas e tinha como seu gerente e homem de confiança Rogério Avelino o Rogério 157 . De um tempo para cá as desavenças começaram e chegaram ao auge em agosto desde ano de 2017 até ao rompimento. Rogério tinha várias casas, mas sua residência preferida era na Rua Dois, na parte alta da favela. Um 'bonde" de mais de setenta homens de várias favelas ligadas à rede criminal ADA invadiu a Rocinha para retomar os pontos e expulsar Rogério e seus "fiéis". Aí mais uma "Guerra da Rocinha" teve início;
entrada da Rua Dois foto Alcyr Cavalcanri all rights reserved
 Durante a madrugada de sexta para sábado houve intenso tiroteio na parte alta, Rua 02 e Laboriaux com ataque ao posto policial da Rua Dois. Os postos de saúde estão fechados, o que nunca teria acontecido segundo sua diretora Maria Helena que moradora da Rocinha há muitos anos tem reclamado da interrupção das atividades de saúde, principalmente em dia de Campanha de Vacinação. O comércio de um modo geral está com um enorme prejuízo que afeta inclusive sua parte não legalizada como o jogo do bicho e o comércio de venda de drogas a varejo. Moradores também tem reclamado das revistas indiscriminadas em residências à procura de drogas e armas e acreditam que seus mínimos direitos de cidadania tem sido desrespeitados em nome de uma falsa guerra.  
Blindados colocados em várias entradas de seus principais sub bairros ocupam as ruas da Rocinha e policiais militares fazem uma revista em quem entra e quem sai. O  narcotraficante Luiz Alberto o Bob um dos gerentes da Favela do Caju, que veio dar um "fortalecimento" ao bando de Antônio Bonfim Lopes o Nem foi preso com uma carga de nove fuzis de assalto, muita munição e muitas drogas.
foto Alcyr Cavalcanti all rights reserved

 Bandidos aliados de favelas do  Caju além de São Carlos e Vila Vintém vieram tentar retomar a Rocinha e seus pontos para o grupo de Nem. Atualmente as bocas de fumo estão sob controle de Rogério Avelino o Rogério 157 que rompeu com seu antigo chefe atualmente em segurança máxima. Muitos bandidos estão escondidos na Mata Atlântica. Uma das áreas de muito difícil acesso, muito íngreme é o Laboriaux onde no final tem uma mata muito densa e trilhas para vários bairros, mas também existe a possibilidade de estarem abrigados em alguma outra área ou mesmo já ter conseguido chegar a outros bairros através de inúmeras trilhas sendo usadas como rota de fuga.

19 de set de 2017

"RACHA DO TRÁFICO" NA ROCINHA TRAZ MUITO MEDO AOS MORADORES

CACHORRÃO SEGUNDO NA HIERARQUIA DA ROCINHA FOI PRESO
DISPUTA PELOS PONTOS DE VENDA DE DROGAS CAUSA PREJUÍZO ATODOS BANDO DE 157 PROCURA ALIADOS DE NEM PARA UM CASTIGO EXEMPLAR
A INVASÃO DA ROCINHA MOSTRA MAIS UMA VEZ A CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA
"NEM NÃO É MAIS DONO DE NADA" GRITA ROGÉRIO PARA QUEM QUISER OUVIR
Alfredo Ribeiro Santana conhecido como Cachorrão foi preso no Morro do Fogueteiro em Santa Teresa . Ele é o braço direito de Rogério Avelino o 157 e sua mulher Tainá foi presa há mais de um mês atrás.
A chamada "Guerra da Rocinha" tem causado enorme prejuízo a todos. Comércio legalizado e comércio da venda de drogas, a varejo, tem tido enorme prejuízo e moradores amaldiçoam a ambição dos dois grupos que deve durar ainda algum tempo. A tentativa da tomada de poder de Rogério 157 que era o "fiel" de Antônio Bonfim o Nem, na prática veio trazer á tona a divisão entre os dois chefes de tráfico na Rocinha. Muitos morreram e muitos ainda vão morrer pela divisão de poderes e consequente divisão territorial pelo controle dos pontos de venda da "Mina de Ouro" do Rio de Janeiro. Traficantes estão sendo presos um a um. Hoje dois frentes foram presos, Tales Juan o Talibã preso em uma casa na Vila Verde e Adailton da Conceição o Mão preso na Baixada. Mas a principal prisão foi a de Danubia Rangel mulher de Nem foi  presa na Ilha do Governador. Danubia era chamada de "Primeira Dama" da Rocinha e executava as ordens dadas por seu marido, preso em presídio de segurança.
Danubia Rangel  mulher de Nem da Rocinha reprodução facebook
 Aos gritos de "Nem não é mais dono de nada" Rogério 157 tenta mostrar que vai resistir com muita dureza e muitos fuzis. Assim foi a palavra de ordem do atual "dono do morro" que rompeu com seu chefe Antônio Bonfim, o Nem.  Desde o terceiro dia após a invasão bandidos do grupo de Rogério 157 tem feito uma varredura, principalmente em celulares para expulsar quem ajudou na entrada dos aliados de Nem que vieram em um 'bonde" de mais de noventa homens. Quem tem sido pego é sumariamente castigado e expulso da favela.
A recente invasão da Rocinha não foi a primeira nem vai ser a última, infelizmente. Desde a entrada maciça da cocaína no anos oitenta que a "Guerra da Rocinha" tem se sucedido em muitas batalhas, com alguns períodos de calmaria. Esta série de confrontos é um derivado tropical da "Guerra Contra as Drogas" uma política que não tem dado certo. A política de segurança do Estado do Rio de Janeiro tem sido uma sucessão de fracassos, que ficaram encobertos durante um breve tempo pela implantação das Unidades Pacificadoras-UPPS. O projeto de pacificação foi apenas uma tentativa de encobrir a triste realidade da desigualdade social, do déficit educacional e do problema habitacional no Rio de Janeiro, principalmente na "Cidade Maravilhosa". O isolamento das mega favelas formando uma espécie de cinturão cirúrgico criado para esconder as chamadas zonas de risco dos milhões de turistas que vieram conhecer as maravilhas tropicais durante os grandes eventos como a Visita do Papa, a Copa do Mundo e a recente Olímpiada 2016. Milhões e milhões foram gastos em obras feitas a toque de caixa, superfaturadas e  o chamado legado olímpico foi de fato uma dívida colossal.
foto Alcyr Cavalcanti all rights reserved
 
A Crise na Segurança não é um fenômeno recente, já vem de décadas e tem se agravado de maneira acelerada com a total falência do Estado do Rio de Janeiro, com sucessivos saques aos cofres públicos praticado pelo grupo político ligado ao PMDB com a complacência a o total apoio dos "governos populares" do Partido dos Trabalhadores-PT em nome de um arco de alianças à maneira tupiniquim. Em nosso estado a salvação na segurança viria com as UPPS que trariam a paz e a prosperidade para toda a população, pela erradicação da criminalidade e pela implantação de melhorias pelo projeto do Programa de  Aceleração do Crescimento em suas três etapas PAC-1, PAC-2 e PAC-3, programas de motivação eleitoreira. Somente o PAC-1 teve início e com algumas obras terminadas como algumas unidades de saúde as UPAS. Muitas obras ficaram inacabadas, outras não saíram do papel, embora muito dinheiro tenha escoado pelo ralo. A face obscura das UPPS veio à tona justamente na Rocinha com o "Caso Amarildo" em 2013 com a tortura como método de investigação, em conjunto com a extorsão e acordos pontuais com os "donos do morro".
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Com a Crise do Capital atingindo em cheio nosso país em especial nosso estado até o pouco dinheiro que sobrava dos grandes projetos acabou, as verdadeiras políticas públicas vieram mostrar em definitivo sua face, sem nenhum retoque. Repressão, confronto baseado no falso conceito global da "War on Drugs" ideário de Ronald Reagan e implantado como estratégia geopolítica de campo experimental na Colômbia. No Brasil a ideia vem desde a conceituação das "Zonas Vermelhas" desenvolvido no Rio de Janeiro pelo general Nilton Albuquerque Cerqueira, o "Cerqueira Branco" secretario de segurança que criou tropas especializadas para o combate ao inimigo, preferencialmente enquistados nas favelas. Essa "máquina de guerra" foi aperfeiçoada pelo Batalhão de Operações Especiais-BOPE da Policia Militar com utilização de blindados o Caveirão exoticamente agora pintado de branco. O Batalhão é extremamente bem treinado sob orientação bélica, com muito apoio da Policia  de Israel e suas tropas especializadas em conflitos urbanos.
 A "Guerra Contra as Drogas" é uma política equivocada, mas estrategicamente bem planejada e adotada em muitos países, embora tenha fracassado, o número de mortos em confronto tem aumentado, muitos civis são abatidos e o narcotráfico como fenômeno global só tem aumentado, engordando o bolso dos "barões do narcotráfico" e deixando uma triste estatística de jovens "soldados do movimento" mortos, e prontamente substituídos como meras peças de reposição neste "Exército de Reserva" na obscura e funesta indústria do crime. Na Rocinha, localidade de grande visibilidade pela sua localização os confrontos ficam mais visíveis, situada dentro da Gávea e São Conrado em ter fronteiras definidas ela é um complicador, principalmente na época de grande eventos como agora com a festa musical o Rock In Rio de repercussão globalizada. Para se chegar à grande festa passa-se obrigatoriamente pela entrada da "Maior Favela da América do Sul" e seus contrastes. A Rocinha é para uns um Paraíso Tropical, para outros, como agora, um Inferno Astral, conforme o humor de cada um. Façam sua escolha.
 

18 de set de 2017

ROCINHA VIVE DIAS DE TERROR

" A Rocinha é um vulcão adormecido, mas que pode explodir a qualquer momento"
                                                              Tio Lino, um morador
SÁBADO SANGRENTO  EM CONFRONTO ENTRE BANDIDOS E O BOPE
SEMANA COMEÇA COM TURISTA MORTA NO BOIADEIRO E TIROTEIO ENTRE TRAFICANTES E POLICIAIS NO "199"
DESDE 1987 COM A MORTE DA LIDER COMUNITÁRIA MARIA HELENA QUE MORADORES PEDEM PAZ
A DISPUTA PELOS PONTOS DE VENDA DE DROGAS VAI TRAZER MUITO SANGUE
POLICIA É RECEBIDA A TIROS NA RUA 2 E NO TIROTEIO MORRE UM TRAFICANTE
RACHA NO NARCOTRÁFICO TRAZ DE VOLTA MUITO MEDO
O primeiro sábado de Novembro começou com ataque á base da UPP na parte alta do Morro. O BOPE veio em auxílio e no confronto deixou dois mortos que estavam sem documentação. Na semana passada um protesto de moto taxistas  resultou em um confronto com policiais com alguns feridos. Policiais da UPP atiraram em um motoqueiro que não parou em um aviso na região do Laboriaux, na parte alta. A semana que se iniciou na segunda  23 de outubro traz muito medo não só aos moradores da Rocinha, mas aos bairros vizinhos. A violência desmedida atingiu uma das áreas mais visitadas por turistas estrangeiros, o Largo do Boiadeiro. A  espanhola Maria Esperanza Ruiz estava em um grupo de turistas no Largo quando foi atingida por bala perdida que pode ter vindo da arma de um oficial da PM.  Mais cedo um confronto entre narcotraficantes e policias na área conhecida como "199" na parte alta deixou dois policiais feridos que estão sendo atendidos no Hospital Miguel Couto. Há trinta anos a líder comunitária Maria Helena foi assassinada, o morro desceu e o medo se espalhou a toda cidade. Protestos, passeatas se sucederam, governos prometeram muita coisa, pouco foi feito e os protestos continuam.  A "Rocinha é uma Mina de Ouro" dizia a policial Marina Magessi, uma das maiores conhecedoras do crime na cidade do Rio de Janeiro.  A policia ao fazer uma incursão em dos pontos de venda de drogas na favela, a Rua 2 foi recebida a tiros e no tiroteio morreu um traficante. Um casal que seria do Bando de Nem foi preso sob a acusação de torturar dois adolescentes que seriam simpatizantes de Rogério 157.
Nada pior para os moradores do que uma divisão territorial motivada pela tomada das inúmeras bocas de fumo que rendem milhões por semana apesar da invasão e da ocupação policial. As mortes quase diariamente voltaram depois de alguns dias de uma calma aparente continuam os tiroteios para infernizar os moradores da "maior favela". No final de semana dois mortos na Rua Um devido à disputa entre o Bando de Nem e e Rogério 157 e de confrontos com policiais. Na madrugada do dia 06 de outubro um confronto entre policiais e traficantes deixou um saldo de dois mortos e uma menina de 16 ferida nas costas.
Há duas semanas atrás, depois  seis dias de tiroteios seguidos em um final da tarde depois de muitos desencontros, o ministro Raul Jungman chegou a um consenso com o governador Pezão e deslocou 950 homens com apoio de blindados para acabar com os confrontos que levaram pânico aos moradores da Rocinha. Na manhã de hoje, sexta feira, a favela voltou a ser um Inferno Astral, ônibus incendiados e o comércio voltou a fechar suas portas. O bando que estava refugiado nos milhares de becos e na Mata Atlântica desceu e aterroriza os moradores. Desde segunda, um dia depois do domingo sangrento mais de trezentos e cinquenta policiais ocuparam grande parte da imensa favela desde as primeiras horas da segunda feira 18 de setembro, o Túnel Rebouças e acessos foram interditados para passagem do comboio policial . Foi um domingo que traz de volta a velha "Guerra da Rocinha" que vem desde os anos setenta. Em 1988 estive à serviço do Jornal do Brasil junto com o jornalista Jorge Antônio Barros para registrar o que de fato acontecia durante as matanças que se sucediam diuturnamente. As mortes se sucediam entre policiais e ex- policiais á serviço da contravenção e o grupo de narcotraficantes chefiados por Sérgio Ferreira da Silva o Bolado, um jovem de 21 anos que controlava a imensa área sob as ordens de Denir Leandro o Denys que dava as ordens de dentro da cadeia. Bolado era de total confiança de Denys e de sua rede criminal, na época a Rocinha pertencia ao Comando Vermelho. Desde 2003 aconteceu uma mudança de lado e a Rocinha após uma série de desavenças com os líderes do Comando Vermelho passou a ser controlada pela Amigos dos Amigos.
foto Alcyr Cavalcanti all rights reserved
 
Depois de muitas mortes e muito sofrimento a paz foi firmada em uma acordo entre a cúpula da contravenção e o grupo de Bolado em uma reunião no alto da Rua Um. Foi também criada em uma tentativa de pacificação a GRES Acadêmicos da Rocinha, que teve entre seus fundadores representantes do narcotráfico e do jogo do bicho.
Em 2011 houve uma grande invasão da Rocinha com auxílio da Forças Armadas para a implantação de uma Unidade de Policia Pacificadora-UPP que trouxe esperanças para os mais de 120 mil moradores divididos em suas 16 sub áreas. As esperanças e os sonhos dos moradores ficaram frustrados por dois principais motivos, a UPP como modelo de segurança não alcançou seus objetivos e depois do "Caso Amarildo" em 2013 caiu no descrédito. A tortura e extorsão eram os métodos de investigação mais utilizados. A segunda maior decepção foi o não cumprimento das promessas feitas pelos Governo Federal e Estadual com os sucessivos Programas de Aceleração do Crescimento o PAC-1.PAC-2 e PAC-3. Pouca coisa foi feita a maioria ficou na casa das promessas, como num grande santuário.
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Com a prisão do "dono do morro" Antônio Bonfim Lopes o Nem , da rede criminal Amigos dos Amigos-ADA o narcotráfico ficou durante anos controlado por um de seus fiéis Rogério Avelino o Rogério 157 que até meses atrás seguia as orientações de Nem. Mas de um tempo para cá aconteceu uma implantação de uma base do PCC rede criminal oriunda de São Paulo que começou a colocar alguns homens na favela. As desavenças entre Nem e Rogério começaram e chegaram ao auge em 13 de agosto de 2017 com a execução de três homens de confiança do Nem, entre eles Perninha, que vem desde a época de Bemtevi em 2003. Os três foram executados, vários outros foram barbaramente torturados e os sobreviventes expulsos da favela. desse então a matança continuou com dezenas de execuções quase diárias. Na madrugada de domingo 17/09 um "bonde" de cerca de setenta e cinco homens entrou  na localidade aos gritos de "Chegou o Bonde do Nem". O bando formado com soldados do Morro São Carlos, Vila Vintém, Morro dos Macacos e outras favelas tentou tomar os pontos de venda de drogas, foram rechaçados e foram encontrados dois corpos, mas segundo moradores tem muitos cadáveres espalhados em locais ermos, alguns enterrados, outros no micro-ondas. Hoje foram encontrados mais dois corpos e um morreu em confronto com a polícia.
A Rocinha está invadida, em suas principais vias de acesso por forças policiais civis de várias delegacias, homens do Batalhão do Choque e do Bope, com apoio da UPP local em um total de aproximado de mais de 550 homens. Rogério 157 e muitos traficantes estão na mata do que restou da Floresta da Tijuca e muitas mortes ainda vão acontecer. Voltou a velha a funesta "Guerra da Rocinha".
 

obras do pac

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inicio de obras ao lado do ciep ayrton senna